Como reafirmar e firmar o queixo flácido
A flacidez do queixo é um dos sinais mais comuns do envelhecimento facial, resultante da perda progressiva de colágeno, elastina e gordura subcutânea, aliada ao enfraquecimento dos músculos da região
A flacidez do queixo é um dos sinais mais comuns do envelhecimento facial, resultante da perda progressiva de colágeno, elastina e gordura subcutânea, aliada ao enfraquecimento dos músculos da região — especialmente do músculo platisma. Essa condição pode ser acentuada por fatores genéticos, exposição solar crônica, tabagismo, perda de peso significativa ou alterações hormonais, como as ocorridas na menopausa.
O tratamento da flacidez submentonal exige abordagem personalizada, dependendo da gravidade, do tipo de tecido envolvido (pele, músculo ou gordura) e das expectativas do paciente. Opções não cirúrgicas incluem radiofrequência microagulhada, ultrassom focalizado de alta intensidade (HIFU), laser fracionado e toxina botulínica aplicada de forma estratégica no platisma para reduzir o “efeito cordão”. Em casos moderados a graves, procedimentos cirúrgicos — como a cervicoplastia ou o lifting cervical combinado com ritidoplastia — oferecem resultados mais duradouros, com remoção de excesso cutâneo e reposicionamento dos planos musculofasciais.
É fundamental que o diagnóstico seja realizado por médico especialista em dermatologia ou cirurgia plástica, com avaliação clínica detalhada que considere a qualidade da pele, o tônus muscular, a distribuição da gordura submental e a integridade dos ligamentos cervicofaciais. Intervenções precoces, associadas a hábitos saudáveis — como proteção solar diária, hidratação adequada, nutrição equilibrada e exercícios faciais supervisionados — podem retardar a progressão da flacidez e potencializar os efeitos dos tratamentos.