Biofeedback eletromiográfico do assoalho pélvico
Reabilitação
aproximadamente CNY 140-320
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Descrição
Tratamento não invasivo que utiliza sensores para medir a atividade elétrica dos músculos do assoalho pélvico, permitindo ao paciente visualizar e aprender a controlar conscientemente sua contração e relaxamento.
Principais Usos
Reabilitação funcional do assoalho pélvico em casos de incontinência urinária ou fecal, tratamento da constipação funcional por disfunção do assoalho pélvico, reeducação neuromuscular pós-parto ou pós-prostatectomia, avaliação objetiva da força, resistência e coordenação muscular antes e após intervenções fisioterapêuticas, diagnóstico diferencial entre hipotonia e hipertonia pélvica, acompanhamento da adesão e eficácia do treinamento com biofeedback.
Faixa Normal
Não existe um único valor numérico universalmente padronizado para a eletromiografia de biofeedback do assoalho pélvico, pois os parâmetros variam conforme o equipamento, protocolo e população avaliada. Tipicamente, são analisados: (1) amplitude do sinal EMG em microvolts (µV) — valores de repouso entre 0–5 µV; contração voluntária máxima (MVC) entre 10–100 µV (varia com idade, sexo e condição física); (2) tempo de latência de ativação (normal: <500 ms); (3) tempo de sustentação da contração (normal: ≥6 segundos contínuos ou ≥10 repetições com recuperação adequada); (4) simetria bilateral (diferença <20% entre lados); (5) padrão de recrutamento (ativação progressiva e coordenada sem contração compensatória abdominal ou glútea).
Valores Baixos - Possíveis Causas
Atrofia muscular por desuso ou inatividade prolongada, lesão neurológica periférica (ex.: neuropatia do nervo pudendo), disfunção central (ex.: AVC, esclerose múltipla), incontinência urinária de esforço avançada com fraqueza grave do assoalho pélvico, pós-operatório imediato de cirurgias pélvicas (ex.: histerectomia radical), envelhecimento fisiológico com perda de massa e força muscular.
Valores Altos - Possíveis Causas
Hipertonia ou espasticidade do assoalho pélvico (ex.: síndrome da dor pélvica crônica), contração paradoxal durante o esforço evacuatório (disfunção do assoalho pélvico tipo II), ansiedade ou tensão muscular excessiva durante o exame, atividade compensatória inadequada (recrutamento excessivo de músculos abdominais/glúteos), fibrose ou cicatrização pós-traumática ou pós-cirúrgica com aumento da rigidez tecidual.
aproximadamente CNY 140-320
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