Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico
Odontologia
aproximadamente CNY 500-1500
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Descrição
Exame de imagem tridimensional utilizado em odontologia e maxilofacial para obter detalhes anatômicos com menor dose de radiação comparado à TC convencional.
Principais Usos
A CBCT é amplamente utilizada em odontologia, maxilofacial e radiologia bucal para: planejamento cirúrgico de implantes dentários (avaliação de altura, largura e densidade óssea alveolar); diagnóstico de fraturas faciais complexas; avaliação de impactações dentárias (especialmente terceiros molares e caninos); detecção e caracterização de lesões ósseas (císticas, tumorais, inflamatórias); análise ortodôntica tridimensional (posição radicular, assimetrias esqueléticas); planejamento de cirurgia ortognática; avaliação pré-operatória de sinusites odontogênicas e anatomia do seio maxilar; e mapeamento de estruturas neurovasculares (como o canal mandibular e nervo lingual).
Faixa Normal
A CBCT (Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico) não fornece valores numéricos quantitativos como exames laboratoriais; é um exame de imagem diagnóstica que gera reconstruções tridimensionais em escala de cinza. Não há 'faixa normal' expressa em unidades numéricas — a interpretação baseia-se na análise qualitativa e morfológica das estruturas anatômicas (ex.: densidade óssea, integridade cortical, relação dente-raiz, posição de estruturas neurovasculares), comparada com padrões anatômicos normais e dados clínicos do paciente.
Valores Baixos - Possíveis Causas
A CBCT não produz 'valores baixos' no sentido quantitativo; porém, achados interpretados como 'hipodensos' ou 'hipoatenuantes' podem indicar: 1) osteoporose ou osteopenia localizada, 2) cistos ósseos ou lesões liquidas benignas, 3) áreas de necrose óssea (ex.: osteonecrose induzida por bifosfonatos), 4) infecções agudas ou crônicas (osteomielite), 5) tumores ósseos primários ou metastáticos com componente lítico.
Valores Altos - Possíveis Causas
Não há 'valores altos' numéricos na CBCT, mas regiões 'hiperdensas' ou 'hiperatenuantes' podem refletir: 1) esclerose óssea reacional (ex.: após trauma ou cirurgia), 2) hiperostose condensante (ex.: osteóide osteoma, displasia condro-óssea), 3) calcificações patológicas (ex.: em tumores odontogênicos como adenoma ameloblástico calcificado), 4) corpos estranhos metálicos ou restaurações dentárias densas (artefatos), 5) depósitos anormais de cálcio em tecidos moles (ex.: calcificação da glândula submandibular).
aproximadamente CNY 500-1500